Refugiados, acolha apenas os reais necessitados: cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, condenados à morte pela lei Sharia

Petition to: Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo

 

Refugiados, acolha apenas os reais necessitados: cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, condenados à morte pela lei Sharia

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Refugiados, acolha apenas os reais necessitados: cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, condenados à morte pela lei Sharia

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Petition to: Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo

Os signatários desta petição:


1.     

Considerando que o governo brasileiro decidiu prorrogar, por dois anos, a medida que flexibiliza o ingresso de refugiados no Brasil, facilitando a concessão de visto e pedido de refúgio ao entrar no território nacional.

2.     

Considerando que a prioridade do governo deveria ser em ajudar os brasileiros que passam por necessidades, situação que se agrava progressiva e diariamente com a crise econômica e política.

3.     

Considerando que se for para ajudar, que se ajude primeiro os mais necessitados e os que se adaptem mais facilmente à cultura e às leis do Brasil, sem o desejo de as alterarem.

4.     

Considerando que no caso da situação do Oriente Médio e arredores, os mais necessitados, bem como aqueles mais facilmente adaptáveis à nossa cultura, são os cristãos, os homossexuais e os apóstatas (ex-muçulmanos, condenados à morte pela Lei Islâmica Sharia).

5.     

Considerando que a perseguição aos cristãos continua mesmo dentro dos acampamentos de refugiados, através de grupos islamistas que operam dentro dos acampamentos, o que leva os cristãos a buscarem refúgio em prédios de igrejas e na caridade anônima.

6.     

Considerando que a Inglaterra, a França e os EUA que vem discriminando refugiados cristãos, exatamente o grupo que mais necessita de acolhimento.

7.     

Considerando que homossexuais e ex-muçulmanos são perseguidos de forma sistemática dentro de um contexto mais amplo nas sociedades islâmicas.

8.     

Considerando o escândalo de que 75% dos “refugiados” são homens, que fogem deixando as mulheres, crianças e idosos para trás.

9.     

Considerando que muçulmanos desejam a implantação da Lei Islâmica Sharia onde quer que eles se estabeleçam.

10.  

Considerando que a Lei Islâmica Sharia é antagônica a Constituição do Brasil bem como a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

11.  

Considerando que, de acordo com Ranu Stoenescu, filósofo francês especialista em islamismo: "Não importa quantos eles sejam. O problema é que as pessoas que seguem o Islã, de uma maneira ou de outra, fazem parte de algo semelhante a um partido político que possui uma agenda política, que significa, basicamente, implementar a Sharia e construir um Estado Islâmico."

12.  

Considerando que líderes islâmicos no Brasil declaram desejar a Sharia no Brasil.

13.  

Considerando que a presidente Dilma recentemente disse desejar combater a xenofobia,a homofobia,o racismo e a violência contra as mulheres, combate este que não pode ser feito importando-se pessoas adeptas a uma ideologia político-religiosa que defende e pratica todos esses crimes.

14.  

Considerando que, na Europa, os muçulmanos mais perigosos e mais radicais se segregam da sociedade, se agrupando em guetos, em torno de mesquitas construídas e mantidas com financiamento saudita, que esposa a mais perniciosa vertente do islamismo, o wahabismo e o salafismo, a mesma vertente que rege grupos terroristas notórios como a Irmandade Muçulmana e o Hamas.

15.  

Considerando que a Polícia Federal descobriu as garras do terrorismo islâmico no Brasil.

16.  

Considerando que o tsunami de refugiados que presenciamos na Europa (onde apenas 20% deles são sírios), traz consigo milhares de jihadistas do Estado Islâmico.

17.  

Considerando que seria ingenuidade acreditar que o mesmo não acontecerá no Brasil.

18.  

Considerando que ignorar o terrorismo islâmico que está a todo vapor ao redor do mundo é ingenuidade e irresponsabilidade.

19.  

Considerando que o Brasil não possui legislação contra o terrorismo.

20.  

Considerando que não devemos ter uma política de “portas escancaradas.”

21.  

Considerando que a indústria de alimentos halal que se desenvolve rápidamente no Brasil implica em uma reserva de mercado para muçulmanos na indústria alimentícia, algo que contraria a Constituição por ser discriminação baseada em religião.

22.  

Considerando que as consequências desta “crise migratória” é a interferência nos valores da sociedade que acolhe os imigrados, pois estes tentarão impor o seu estilo de vida, transformando lentamente a cultura da localidade, bastando ver o que acontece na Europa.

23.  

Considerando que muitos países islâmicos, muitos deles riquíssimos, como a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait, se recusam a receber refugiados e imigrantes muçulmanos

24.  

Considerando que estes países não medem esforços e nem recursos para subsidiar a migração islâmica para países não muçulmanos, exportando  deste modo a perniciosa vertente do islamismo, o wahabismo e o salafismo, a mesma vertente que rege grupos notórios como a Irmandade Muçulmana e o Hamas.

25.  

Considerando que organizações islâmicas internacionais, muitas com financiamento saudita, irão usar da política de “portas abertas” do governo federal e inundar o Brasil com muçulmanos salafistas e wahabistas.


Solicitamos:

1.     

Que o governo brasileiro estabeleça uma cota limite para imigrantes e exilados.

2.     

Que esta cota seja preenchida pelos mais necessitados, perseguidos e dispostos a se integrar na sociedade brasileira sem querer modificá-la, a saber, os cristãos, os homossexuais e os apóstatas do Islã.

3.     

Que o governo federal institua um consulado extraordinário e itinerante que trabalhe junto com indivíduos, organizações de caridades e igrejas para atender a demanda dos cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, permitindo acesso a estes grupos, que são os mais perseguidos e necessitados.

4.     

Que o governo federal, junto ao Congresso Nacional, desenvolva uma legislação específica contra o terrorismo, em geral, e contra o terrorismo islâmico em particular.

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