COMISSÃO EPISCOPAL PARA A VIDA E A FAMÍLIA, MANIFESTE-SE ACERCA DE CANDIDATOS QUE DEFENDEM O ABORTO E A DESCONSTRUÇÃO DA FAMÍLIA

Petição dirigida a: Vossa Excelência Reverendíssima Dom Ricardo Hoepers e membros da Comissão Episcopal

 

COMISSÃO EPISCOPAL PARA A VIDA E A FAMÍLIA, MANIFESTE-SE ACERCA DE CANDIDATOS QUE DEFENDEM O ABORTO E A DESCONSTRUÇÃO DA FAMÍLIA

COMISSÃO EPISCOPAL PARA A VIDA E A FAMÍLIA, MANIFESTE-SE ACERCA DE CANDIDATOS QUE DEFENDEM O ABORTO E A DESCONSTRUÇÃO DA FAMÍLIA

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Chegamos a um ponto definitivo para que cada cidadão, com seu voto, possa ajudar a definir o futuro do nosso país. A Santa Igreja Católica sempre foi a grande promotora da defesa da dignidade da pessoa humana e, no momento em que todo o país se divide em debates morais para definir seus candidatos, faz-se imprescindível a orientação dos pastores a respeito dos valores cristãos.

A defesa da vida e da família são princípios inegociáveis para os católicos e nesses princípios se fundamentam as demais pautas políticas pelo Bem Comum.

O primeiro e mais importante direito é o direito à vida. A proteção da vida humana, desde sua concepção até seu declínio natural, é fundamental na escolha dos representantes políticos para os católicos, em qualquer circunstância.

Há muitas informações contraditórias circulando entre fiéis, sejam leigos, agentes de pastoral (entre elas a Pastoral Familiar), sacerdotes ou bispos. Estamos vivendo a Semana da Vida e o Dia do Nascituro, e nada escutamos por parte da CNBB ou da Comissão Episcopal para a Vida e a Família — que cuida “da vida e da família” — acerca do real risco da eleição de um presidente que tem se manifestado favorável ao aborto e à “desconstrução” da família (mas que agora, por conveniência eleitoral e para enganar os eleitores, se diz contrário ao aborto). 

Diante dessa realidade e da necessidade de orientação, contexto em que a fé deve ser balizadora do voto dos fiéis católicos, pedimos ao Bispo presidente da CEPVF (Comissão Episcopal para a Vida e a Família), Dom Ricardo Hoepers, que se pronuncie de forma clara e objetiva respondendo à seguinte pergunta: é lícito ao fiel católico votar em um candidato que defende ABORTO, IDEOLOGIA DE GÊNERO E É CONTRA AS PAUTAS DE FAMÍLIA e cujo partido tem compromisso firmado com tais pautas

Encerramos esta petição com as palavras de Dom Ricardo Hoepers em seu pronunciamento no STF: “Um dia o grito silencioso desses inocentes calará fundo, pois a nossa nação, Pátria amada, mãe gentil, sentirá falta da alegria e do sorriso desses filhos que ela não deixou nascer. Permite-nos continuar cantando: ‘Dos filhos deste solo, és mãe gentil, Pátria amada Brasil’”.

Esta petição foi criada por um cidadão ou uma organização independente de CitizenGO. Por essa razão, CitizenGO não é responsável por seu conteúdo.
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Petição dirigida a: Vossa Excelência Reverendíssima Dom Ricardo Hoepers e membros da Comissão Episcopal

Em nota, diante de mais um abuso da justiça em autorizar um aborto, no dia de 24 de junho deste ano, a CNBB reiterou sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a concepção até a morte natural, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, em texto assinado por Vossa Excelência, como presidente desta comissão.

Em manifestação no STF, por ocasião da ADPF442, Vossa Excelência defendeu a vida de forma magnífica. Citamos um trecho, em que se refere à nota da CNBB:

“O direito à vida é o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro, deve ser protegido. Ele é um direito intrínseco à condição humana e não uma concessão do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida, assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente.” (Nota CNBB, 11/04/2017).

Além disso, temos, entre muitas notas e textos, a contundente orientação do Papa Bento XVI, aos bispos do Brasil, afirmando que:

“Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático — que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana — é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo.”

(https://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2010/october/documents/hf_ben-xvi_spe_20101028_ad-limina-brasile.html)

Contudo, nós, fiéis católicos do Brasil estamos, neste momento de eleições, carentes de orientação clara e objetiva. Há muitas informações que se contradizem circulando entre fiéis, agentes de pastoral (entre elas a Pastoral Familiar), sacerdotes e também bispos. Estamos vivendo a Semana da Vida e o Dia do Nascituro e nada escutamos por parte da CNBB ou da CEPVF — que cuida “da vida e da família” — acerca do real risco da eleição de um presidente que tem em seu plano de governo o aborto e a descontração da família, por meio, por exemplo, da disseminação da ideologia de gênero (mas que agora, por conveniência eleitoral e para enganar os eleitores, se diz contrário ao aborto).

Sabemos que há pontos delicados que comprometem a qualidade de vida em ambos os programas de governo e condutas dos dois candidatos ao segundo turno, mas somente um deles é DOCUMENTALMENTE A FAVOR DO ABORTO, DA IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIZ QUE AS PAUTAS DE FAMÍLIA SÃO ULTRAPASSADAS.

Diante desta realidade e da necessidade de orientação, onde a fé deve ser balizadora do direito de voto dos fiéis católicos, pedimos que a CEPVF se pronuncie de forma clara e objetiva respondendo à seguinte pergunta: é lícito ao fiel católico votar em um candidato que defende ABORTO, IDEOLOGIA DE GÊNERO E É CONTRA AS PAUTAS DE FAMÍLIA?

Valendo-nos da vossa bela petição, em seu pronunciamento no STF, concluímos nossa petição: “Um dia o grito silencioso desses inocentes calará fundo, pois a nossa nação, Pátria amada, mãe gentil, sentirá falta da alegria e do sorriso desses filhos que ela não deixou nascer. Permite-nos continuar cantando: ‘Dos filhos deste solo, és mãe gentil, Pátria amada Brasil’”.

[Seu nome]

Petição dirigida a: Vossa Excelência Reverendíssima Dom Ricardo Hoepers e membros da Comissão Episcopal

Em nota, diante de mais um abuso da justiça em autorizar um aborto, no dia de 24 de junho deste ano, a CNBB reiterou sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a concepção até a morte natural, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, em texto assinado por Vossa Excelência, como presidente desta comissão.

Em manifestação no STF, por ocasião da ADPF442, Vossa Excelência defendeu a vida de forma magnífica. Citamos um trecho, em que se refere à nota da CNBB:

“O direito à vida é o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro, deve ser protegido. Ele é um direito intrínseco à condição humana e não uma concessão do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida, assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente.” (Nota CNBB, 11/04/2017).

Além disso, temos, entre muitas notas e textos, a contundente orientação do Papa Bento XVI, aos bispos do Brasil, afirmando que:

“Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático — que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana — é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo.”

(https://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2010/october/documents/hf_ben-xvi_spe_20101028_ad-limina-brasile.html)

Contudo, nós, fiéis católicos do Brasil estamos, neste momento de eleições, carentes de orientação clara e objetiva. Há muitas informações que se contradizem circulando entre fiéis, agentes de pastoral (entre elas a Pastoral Familiar), sacerdotes e também bispos. Estamos vivendo a Semana da Vida e o Dia do Nascituro e nada escutamos por parte da CNBB ou da CEPVF — que cuida “da vida e da família” — acerca do real risco da eleição de um presidente que tem em seu plano de governo o aborto e a descontração da família, por meio, por exemplo, da disseminação da ideologia de gênero (mas que agora, por conveniência eleitoral e para enganar os eleitores, se diz contrário ao aborto).

Sabemos que há pontos delicados que comprometem a qualidade de vida em ambos os programas de governo e condutas dos dois candidatos ao segundo turno, mas somente um deles é DOCUMENTALMENTE A FAVOR DO ABORTO, DA IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIZ QUE AS PAUTAS DE FAMÍLIA SÃO ULTRAPASSADAS.

Diante desta realidade e da necessidade de orientação, onde a fé deve ser balizadora do direito de voto dos fiéis católicos, pedimos que a CEPVF se pronuncie de forma clara e objetiva respondendo à seguinte pergunta: é lícito ao fiel católico votar em um candidato que defende ABORTO, IDEOLOGIA DE GÊNERO E É CONTRA AS PAUTAS DE FAMÍLIA?

Valendo-nos da vossa bela petição, em seu pronunciamento no STF, concluímos nossa petição: “Um dia o grito silencioso desses inocentes calará fundo, pois a nossa nação, Pátria amada, mãe gentil, sentirá falta da alegria e do sorriso desses filhos que ela não deixou nascer. Permite-nos continuar cantando: ‘Dos filhos deste solo, és mãe gentil, Pátria amada Brasil’”.

[Seu nome]